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Nomeados os finalistas da 4ª edição do Prémio de Jornalismo «Fernando de Sousa»

Nomeados os finalistas da 4ª edição do Prémio de Jornalismo «Fernando de Sousa»
Lisboa, 27 de outubro de 2020.
Foram nomeados os 18 finalistas da quarta edição do Prémio de Jornalismo «Fernando de Sousa» organizado pela Representação da Comissão Europeia em Portugal. Este ano foi apresentada uma quantidade recorde de 93 candidaturas de jornalistas e estudantes de todo o país (a média das três edições anteriores foi de 35 candidaturas), o que comprova o aumento da pertinência desta iniciativa, mas também amplia em larga escala o desafio colocado aos jurados na avaliação.

Deste total de candidaturas recebidas, 31 foram na categoria «Estudante», 16 na categoria «Regional» e 46 na categoria «Nacional». Os temas das peças a concurso foram bastante diferenciados, refletindo o período de 2019 e 2020 abrangido por esta edição: eleições europeias, proteção do ambiente, Brexit, direitos de autor, migração e integração, programas de intercâmbio, aumento de movimentos populistas e de extrema-direita, proteção de direitos fundamentais e cultura.

Este Prémio, promovido pela Representação da Comissão Europeia em Portugal no âmbito do respeito pela liberdade e o pluralismo da comunicação social, é atribuído a jornalistas e a estudantes do ensino superior de cursos de jornalismo ou comunicação social que tenham contribuído de forma notável para clarificar questões importantes a nível europeu ou que tenham promovido um melhor conhecimento das instituições ou políticas da União Europeia em Portugal. Serve ainda para homenagear o jornalista Fernando de Sousa (1949-2014), protagonista de uma longa e marcante carreira dedicada aos assuntos europeus.

Os vencedores, um por categoria, serão anunciados, como previsto no regulamento, até ao fim de 2020, estando o formato da entrega dos prémios a ser adaptado de acordo com as limitações impostas pela evolução pandémica.

Acompanhe as novidades sobre o Prémio de Jornalismo Fernando de Sousa no nosso site e redes sociais com o marcador #PrémioFernandodeSousa

Finalistas nomeados da quarta edição do Prémio de Jornalismo «Fernando de Sousa»

Categoria «Estudante»:

«Eleições Europeias: Quais as preocupações dos jovens para a Europa?»

Autoria: Carolina Alves (Universidade do Porto) / JPN-JornalismoPortoNet

Sinopse: As eleições para o Parlamento Europeu realizaram-se em maio de 2019 e milhões de jovens compareceram perante as urnas. À margem do programa de formação «Staring at Goats: Propaganda, Scapegoating and the Other», que decorreu na Alemanha, o JPN falou com sete jovens de vários países da União Europeia para perceber onde caem as preocupações e prioridades da próxima geração europeia. Este artigo permitiu a discussão acerca das questões mais urgentes relativas ao projeto europeu, dando a oportunidade a vários jovens de se expressarem quanto às suas preocupações e ideias, e contribuiu também para a divulgação de informação acerca da União Europeia, das eleições e do programa Erasmus+.

«Os desafios da Europa – Especial Parlamento Europeu»

Autoria: Cristiano Costa, Margarida Torres, Rafael Correia, Luís Pinhão e Beatriz Esperança (Escola Superior de Comunicação Social, Lisboa) / E2

Sinopse: Episódio especial dedicado ao modo de funcionamento do Parlamento Europeu e aos desafios para o futuro da União Europeia. O programa apresenta conteúdos diversificados sobre vários temas, nomeadamente: os desafios do projeto europeu; como votar nas eleições europeias; como funciona o Parlamento Europeu e as medidas adotadas para evitar a abstenção.

«Para os refugiados na Grécia e na Síria, a vulnerabilidade é anterior ao vírus»

Autoria: Inês Pinto e Beatriz Jorge (Universidade do Porto) / JPN-JornalismoPortoNet

Sinopse: Para quem foge ou vive na guerra, um vírus tende a parecer inofensivo. Pelo contrário, é em espaços como os campos de refugiados da Grécia e da Síria – sobrelotados, com acesso restrito a água, com poucos ou nenhuns cuidados médicos disponíveis – que um surto encontra «as condições quase perfeitas» para se espalhar.
O JPN conversou sobre a matéria com ativistas, médicos e docentes que conhecem as condições vividas nos campos de refugiados dos dois países. Une-os a preocupação pela situação dramática que se pode gerar dentro da situação dramática que já existe. Visa informar e sensibilizar o público português, nomeadamente o mais jovem, sobre uma realidade que, sendo distante, é concreta, partindo de testemunhos próprios com conhecimento dessa realidade e do terreno.

«Comissão Europeia coloca ambiente e crise dos refugiados no centro das preocupações da Europa»

Autoria: Inês Silva Morais (Universidade de Coimbra) / RUC- Rádio da Universidade de Coimbra

Sinopse: Cobre as seis propostas avançadas por Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e apresentadas pela representante da Comissão Europeia em Portugal, Sofia Colares Alves, e pelo seu homólogo espanhol, Francisco Fonseca Morillo. Visa um maior esclarecimento das medidas avançadas acerca do futuro da União europeia em áreas como o ambiente, economia, tecnologia ou a democracia europeia junto da comunidade estudantil.

«Cinco escolhidos, cinco esquecidos»

Autoria: Mariana Teófilo da Cruz (Universidade Nova de Lisboa) / REC-Repórteres em Construção

Sinopse: Ainda não tinham 18 anos quando chegaram à Europa. Fugiram da guerra do Afeganistão, da escravatura e do trabalho infantil. Vinham à procura de um recomeço, como todos os refugiados que são obrigados a abandonar os seus países. Portugal abriu a porta a cinco dos 3500 menores não acompanhados que se estima que vivam em Atenas (dados de 2019). Quis recebê-los e dar-lhes a oportunidade de recomeçar. De outra forma nunca conseguiriam viver o sonho europeu. Mas dar a mão não é suficiente. Retrata, em parte, uma das maiores crises que a União Europeia atravessa. Mas também expõe as falhas que existiram no processo, que levam à reflexão de qual o papel das sociedades, governos e instituições.

«Lux Film Prize: estará a política assim tão desligada do cinema?»

Autoria: Miguel Cunha dos Santos (Universidade Católica Portuguesa, Lisboa) / Espalha-Factos

Sinopse: Reportagem, feita desde Estrasburgo aquando da entrega do Lux Film Prize, um prémio entregue pelo Parlamento Europeu a obras cinematográficas europeias com o objetivo de criar um “idioma europeu”, uma língua artística e cultural, cinematográfica, que seja entendida por todos nós, europeus, mas também por aqueles que vivem e estremecem com a sétima arte. É um reflexo sobre a ligação entre a política e a sétima arte, mas também sobre o poder do ativismo quando existe uma plataforma a dar ânimo e potência às palavras, denunciando que o cinema também pode ajudar a mudar o mundo. Permitiu um diálogo entre o mundo dos artistas e dos políticos, que têm mais objetivos em comum do que se pensa: tornar o mundo num lugar melhor e espelha o efeito prático das medidas de apoio às artes das instituições europeias.

Categoria «Regional»:

«Jovens voluntários além-fronteiras»

Autoria: Cristiana Alves / Diário de Leiria

Sinopse: Maria Pereira, Hugo Lopes, João Oliveira e Ana Jorge são exemplos de jovens que, movidos pela vontade de fazer mais e melhor pelos outros, têm embarcado na aventura de prestar voluntariado além-fronteiras. Naturais do distrito de Leiria, os quatro jovens fizeram já voluntariado em países como Islândia e Itália, onde prestaram apoio em tarefas relacionadas com a sustentabilidade ambiental e a área social. O que levou estes jovens a fazer voluntariado além-fronteiras? Quais as suas grandes motivações e o que retiraram de cada experiência vivida? Estas foram algumas das questões às quais a reportagem procurou responder, através dos testemunhos de quem teve a oportunidade de levar apoio a outros países, graças ao Serviço Voluntário Europeu, uma iniciativa para a juventude da Comissão Europeia.

«Voluntários trocam grandes centros urbanos pela preservação do ambiente em Vila Pouca de Aguiar»

Autoria: Filipe Ribeiro e Daniela Parente / Notícias de Aguiar

Sinopse: Anna Garre, Giacomo Sabattini e Luca Lévay são três voluntários do projeto Life Volunteer Escapes que trocaram os centros urbanos das capitais europeias pela tranquilidade da Serra do Alvão, em Vila Pouca de Aguiar, em nome da defesa do ambiente. O artigo enaltece o multiculturalismo que, neste caso, traz uma nova vida ao dia-a-dia da população de uma pequena aldeia situada na Serra do Alvão, em Vila Pouca de Aguiar, e retrata a experiência cultural e geracional de três jovens voluntários estrangeiros.

«Berlengas: tesouro natural»

Autoria: Patrícia Duarte e Joaquim Dâmaso / Região de Leiria

Sinopse: As Berlengas são um «tesouro natural» em risco. Cientes de que o desconhecimento em relação a este património é enorme e que não é possível estimar o que não se conhece, avançámos com um trabalho jornalístico que pusesse em evidência essa enorme riqueza, que alertasse para o impacto destrutivo das alterações climáticas e do comportamento individual, e para a urgência da preservação. Esta grande reportagem revela as ilhas nas suas múltiplas dimensões. São igualmente abordados os projetos de estudo e conservação das ilhas, alguns dos quais apoiados por fundos europeus, com destaque dado ao LIFE Berlengas. Financiado a nível europeu pelo programa LIFE, o projeto incluiu várias ações com vista ao restauro do ecossistema insular sem as quais as ilhas não estariam no estado de conservação em que hoje se encontram.

«Fundão – A terra que abraça o mundo»

Autoria: Paula Brito Batista / Rádio Cova da Beira, Fundão

Sinopse: São quase 700 estrangeiros a residirem no concelho do Fundão. Vêm de todos os continentes e são várias as motivações destes novos locais dispersos por propriedades que adquiriram em todo o concelho, concentrados em empresas de tecnologias ou residentes no seminário do Fundão. A reportagem aborda sobretudo a questão da integração pegando em exemplos como o caso de sucesso do Centro de Migrações do Fundão e a forma como são acolhidos e integrados, numa pequena cidade europeia, os refugiados, e o caso de uma multinacional francesa que escolheu uma pequena cidade do interior de Portugal para trabalhar para o mundo inteiro.

«Ecomare não venceu prémio Regiostars mas mostrou inovação de Aveiro à Europa»

Autoria: Paulo Lencastre Leitão / Centro TV

Sinopse: O Ecomare une a zona cinzenta do Porto de Aveiro com o verde de uma lagoa costeira emblemática, a Ria de Aveiro, para promover a conservação (resgate, reabilitação e devolução à vida selvagem de aves marinhas, tartarugas marinhas, focas e golfinhos) e a utilização sustentável dos recursos biológicos marinhos autóctones (o azul). Trata-se de um exemplo de instalações de demonstração, à escala pré-industrial, para soluções de aquacultura sustentável e biotecnologia azul. Foi finalista dos prémios Regiostars em 2019 e teve um investimento de fundos europeus de 4,8 milhões de euros. É um exemplo a nível europeu de como a infraestrutura existente nas zonas costeiras com acesso privilegiado ao mar pode ser utilizada para a conservação e apreciação dos bens e serviços dos ecossistemas.

«Em Alte, foram os jovens a fazer campanha pela Europa»

Autoria: Pedro Lemos / Sul Informação

Sinopse: Numa pequena aldeia, no interior do Algarve, um grupo de jovens decidiu «fazer campanha pela Europa» nas últimas Eleições Europeias em maio de 2019. A Escola Profissional de Alte transformou-se e teve uma turma dedicada a dar a conhecer as mais valias da União Europeia (UE). O Sul Informação falou com estes jovens que foram unânimes em admitir que, sem a UE, Portugal «estaria bem pior». Esta reportagem serviu para mostrar como os jovens também se interessam pelas questões europeias, promovendo-as junto dos seus pares.

Categoria «Nacional»:

«As montanhas gregas onde pessoas, lobos e ursos vivem juntos»

Autoria: Ana Nunes / Diário de Notícias

Sinopse: Em Nymfaio, na Grécia, os ursos percorrem quilómetros pelas florestas, os lobos estão junto ao rio e as pessoas vivem nas vilas. Todos têm o seu espaço, mas os caminhos cruzam-se e, nesses encontros, a ordem é assegurada por cães pastores-gregos, os guardiões da paz entre as três espécies. A relação entre todos parece natural, mas é também fruto do trabalho da associação ambientalista Arcturos, que tem beneficiado da ajuda da Comissão Europeia e contribuído para a luta contra a extinção de lobos e ursos. Esta é também a casa de um dos ordinary heroes eleitos pela Comissão Europeia: Vassilis Fourkiotis, um guia turístico de 30 anos apaixonado pela natureza.

«Nestes barcos chegam fantasmas»

Autoria: Ana Relvas França, Germano Oliveira, Joana Beleza, João Melancia, Maria Romero / EXPRESSO

Sinopse: Há uma ilha italiana, mais perto de África do que de Roma, que há séculos recebe gentes de todas as religiões. Como uma região conhecida pelas suas iguarias, é nisso que Lampedusa continua pródiga. Muito antes de 2015, o ano que acordou a Europa para a crise migratória, já as gentes de Lampedusa se organizavam para ajudar quem ia chegando. Em 2015, mais de 50 mil pessoas passaram por esta ilha que o Expresso visitou por altura do sexto aniversário da maior tragédia conhecida no Mediterrâneo Central: a morte de 368 pessoas num barco que ardeu a dois quilómetros da costa. Neste trabalho, há as vozes dos migrantes que chegam com esperança e há as memórias de tantos dos que viveram esse dia trágico e continuam a ajudar quem chega – a mais vívida e significativa oferecida por Vito Fiorino, o homem que viu o fogo no mar e num barco para sete, numa odisseia perigosa que levou horas, salvou dezenas. Lampedusa é um laboratório experimental das políticas europeias de receção e integração. É ali que ficam tantas vezes explícitos alguns dos maiores falhanços da UE, mas é também onde encontramos em vários cidadãos anónimos a personificação dos seus valores.

«Linha da Frente: o despertar da ilha»

Autoria: Duarte Baltazar e João Junça / RTP

Sinopse: Em 1987, os habitantes da ilha da Culatra, no Algarve, associam-se para reivindicar melhores condições de vida junto dos poderes públicos, numa jornada de protesto que culmina, em 2019, com a obtenção de licenças para viver e trabalhar na Ria Formosa. A Culatra é então uma das seis comunidades insulares selecionada pelo Secretariado para a Energia Limpa nas Ilhas da UE, apoiado pela Comissão Europeia, para se transformar em comunidade-piloto de energias renováveis até 2030, levando os pescadores a unir esforços com a Universidade do Algarve e outras entidades, a fim de tirar proveito do sol e do vento, combater o uso de plástico e zelar pela conservação de espécies e habitats ameaçados. Numa área protegida marcada por conflitos e desafios ambientais, a RTP acompanhou o nascimento desta cooperação inédita em Portugal, promovida pela União Europeia.

«Há novas regras para os direitos de autor. O que muda depois do “artigo 13”?»

Autoria: Flávio Nunes / ECO

Sinopse: O Parlamento Europeu aprovou a Diretiva dos Direitos de Autor, que ficou conhecida pelos polémicos artigos 11 e 13. Neste trabalho, organizado numa lógica de P&R, tentou clarificar-se em linguagem simples o que significa o documento e como se aplica no terreno, num momento em que a opinião pública cedia às críticas. O documento não estava a ser compreendido na opinião pública pela sua real natureza: modernizar a lei antiga e uniformizá-la na UE e como ela viria proteger os criadores, ao invés de os penalizar.

«As noites de terror (e algumas de amor) da Polícia Marítima portuguesa no mar Egeu»

Autoria: Leonete Botelho e Rui Gaudêncio, PÚBLICO

Sinopse: Reportagem com a Polícia Marítima na ilha de Samos, Grécia, onde esta força policial portuguesa está integrada na Operação Poseidon da Agência Europeia Frontex, e mostra o que fazem e como se articulam as atividades das várias forças envolvidas na vigilância do mar Egeu, mas também como vivem, trabalham e sentem os homens concretos que integram estas operações de resgate de migrantes no mar. A reportagem revela de que matéria humana e equipamento é composta a Frontex – Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira – no cumprimento das orientações da União Europeia em matéria de controlo da migração, cuja face mais visível são as operações de busca e salvamento no contexto da vigilância das fronteiras marítimas. Neste caso, a face visível é a Polícia Marítima portuguesa.

Grande Reportagem: «Goodbye Europa»

Autoria: Miguel Soares e Carolina Ferreira / Antena 1

Sinopse: Os britânicos já estão separados da União Europeia, mas que Reino vai ser este depois do divórcio europeu? A reportagem atravessa uma geografia dividida onde o futuro é uma incógnita e trazem um retrato a duas vozes. Quase duas semanas depois do dia «B», são várias as dúvidas que atravessam o Reino Unido: e agora? que vida se espera para além do Brexit? A Antena 1 viaja pela primeira nação que decidiu abandonar a União Europeia, depois de 47 anos de casamento. Preocupações e expectativas, dos negócios à política, de Londres a Edimburgo, sem esquecer a visão dos portugueses, são retratadas nesta reportagem, que constitui assim um documento histórico.

Contexto:

No âmbito do respeito pela liberdade e pelo pluralismo da comunicação social, a Representação da Comissão Europeia em Portugal lançou o Prémio de Jornalismo «Fernando de Sousa» que foi atribuído pela primeira vez a 9 de maio de 2017, Dia da Europa.

A apresentação de candidaturas para esta quarta edição decorreu entre 30 de junho e 30 de julho de 2020 para trabalhos publicados ou difundidos entre 1 de janeiro de 2019 e 30 de julho de 2020, desenvolvidos nas áreas de imprensa escrita, rádio, televisão e Internet em três categorias:

– Categoria «Estudante»: um prémio atribuído a um trabalho produzido por um estudante do ensino superior de jornalismo ou de comunicação, ou por uma equipa de estudantes do ensino superior de jornalismo ou de comunicação.

– Categoria «Jornalista – Media Regional»: um prémio atribuído a um trabalho produzido por um jornalista detentor de carteira profissional, ou por uma equipa da qual conste um jornalista detentor de carteira profissional, e que seja publicado/difundido num meio ou órgão de comunicação social de âmbito regional ou local.

– Categoria «Jornalista – Media Nacional»: um prémio atribuído a um trabalho produzido por um jornalista detentor de carteira profissional, ou por uma equipa da qual conste um jornalista detentor de carteira profissional, e que seja publicado/difundido num meio ou órgão de comunicação social de âmbito nacional.

Os trabalhos são avaliados tendo em conta os seguintes critérios, com igual peso na ponderação final:

·       atualidade e pertinência do trabalho jornalístico;

·       contribuição para a informação do público sobre políticas europeias, sendo explícito na peça o ângulo europeu;

·       clareza e relevância da mensagem transmitida e qualidade do trabalho jornalístico;

·       criatividade na escolha do tema e abordagem.

Prémios:

Categoria «Estudante»: um prémio pecuniário de 3 000 (três mil) euros

Categoria «Jornalista – Media Regional»: um prémio pecuniário de 5 000 (cinco mil) euros;

Categoria «Jornalista – Media Nacional»: um prémio pecuniário de 5 000 (cinco mil) euros;

Fonte e Fotografia: Representação da Comissão Europeia em Portugal

Sandra Geada

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