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Category Archive Comunicação Social

Pilar Europeu dos Direitos Sociais: um compromisso renovado de proteger e capacitar os cidadãos da UE

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A Comissão Europeia adotou no dia 22 de julho uma comunicação sobre o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, onde confirma que o Pilar continua a ser o escudo social e a bússola da UE em favor da equidade numa era de rápida transformação, para uma Europa que protege e capacita os seus cidadãos. A comunicação avalia os progressos realizados no reforço dos direitos sociais em toda a UE e identifica prioridades concretas para novas ações. Aponta igualmente o caminho para antecipar e gerir mudanças estruturais, a fim de aproveitar as oportunidades das transformações em curso e assegurar que o modelo social europeu continua a proporcionar equidade e prosperidade.

A comunicação destaca três domínios onde é imperativo intervir de forma urgente. Trata-se de domínios novos e em rápida evolução, que complementam as iniciativas em curso da Comissão em matéria de emprego, competências, mobilidade e redução da pobreza: abordar a questão da acessibilidade dos preços e do custo de vida; colocar a inteligência artificial (IA) ao serviço do futuro do trabalho e da prosperidade partilhada; e reduzir as desigualdades e aumentar a equidade e a igualdade de oportunidades.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou a este respeito: «O nosso modelo social é um dos nossos maiores pontos fortes. Num momento em que as mudanças tecnológicas transformam a nossa vida quotidiana e que o aumento dos custos exerce pressão sobre os agregados familiares em toda a nossa União, reafirmamos o nosso compromisso para com a equidade, as oportunidades e a solidariedade. O Pilar Europeu dos Direitos Sociais é a bússola que define o rumo para construirmos uma Europa social mais forte que proteja, capacite e apoie os seus cidadãos.»

Domínios fundamentais em prol de mercados de trabalho mais justos e sistemas de proteção social mais sólidos

  • Abordar a questão da acessibilidade dos preços e do custo de vida

Numa conjuntura em que muitos agregados familiares continuam a suportar custos elevados para garantir habitação, energia, serviços e bens essenciais, a Comissão continuará a apoiar medidas que reduzam o risco de pobreza e reforcem o acesso a serviços essenciais.

Desde a adoção da diretiva da UE neste domínio, os salários mínimos aumentaram significativamente em toda a UE, tal como se destaca no próximo relatório de acompanhamento da sua aplicação. Os empregos de qualidade são uma resposta clara às pressões a que muitas pessoas fazem face na Europa em termos de acessibilidade dos preços.

O mercado de trabalho continua a não explorar uma reserva significativa de talento. É importante facilitar a transição da inatividade para o trabalho não só para fomentar a inclusão no mercado de trabalho e a competitividade, mas também para reduzir a pobreza e a exclusão.

Para o efeito, e com vista a explorar eventuais novas medidas, no pleno respeito do princípio da subsidiariedade, a Comissão está a lançar uma primeira fase de consulta dos parceiros sociais da UE sobre a possível orientação de uma ação da UE em matéria de ativação das pessoas que enfrentam obstáculos significativos para aceder ao emprego. Esta consulta contribuirá diretamente para o trabalho da Comissão de combate à pobreza, à exclusão, à inclusão no mercado de trabalho e à competitividade.

  • Colocar a inteligência artificial (IA) ao serviço do futuro do trabalho e da prosperidade partilhada

A celeridade do desenvolvimento e da adoção da IA está a transformar os mercados de trabalho, proporcionando vastas oportunidades de inovação, produtividade, aprendizagem e crescimento, mas suscitando também importantes questões críticas sobre o futuro do emprego, da educação, das competências, da inclusão social e dos serviços públicos.

A comunicação reconhece a urgência de a Europa estar preparada para estas mudanças profundas, assegurando que os cidadãos, os trabalhadores e as empresas beneficiam plenamente do potencial da IA. Para o efeito, a Comissão criará um novo grupo de alto nível sobre o impacto da IA no mercado de trabalho.

  • Reduzir as desigualdades e aumentar a equidade e a igualdade de oportunidades

A comunicação reafirma o compromisso da UE de reduzir as persistentes desigualdades que comprometem a coesão social e territorial e enfraquecem a sustentabilidade a longo prazo, a capacidade de inovação e concorrência e o tecido demográfico da UE. Apesar dos progressos realizados nos últimos anos, persistem desigualdades em todos as esferas da vida, que exigem esforços continuados.

A comunicação define ações para melhorar a igualdade de oportunidades em domínios fundamentais, incluindo o apoio às PME na aplicação da Diretiva Transparência Salarial e a apresentação da futura iniciativa relativa ao direito de permanência e da Estratégia da UE para a Juventude pós-2027.

Ainda este ano, a Comissão apresentará um ato legislativo sobre empregos de qualidade, seguindo o Roteiro para Empregos de Qualidade. Refletirá igualmente sobre novos indicadores para medir a qualidade do emprego em toda a UE, complementando as atuais metas da UE para 2030 em matéria de emprego, competências e redução da pobreza.

Antecedentes

Adotado em 2017, o Pilar Europeu dos Direitos Sociais estabelece 20 princípios para garantir condições de trabalho justas, proteção social e igualdade de oportunidades. O Pilar tem servido de orientação às políticas da UE, desde a Garantia Europeia para a Infância até à Diretiva Salários Mínimos na UE, demonstrando que o investimento nas pessoas é um imperativo social e económico.

Na Cimeira Social do Porto de 2021, os líderes, as instituições e os parceiros sociais da UE acordaram em colocar as questões sociais no centro das nossas políticas. Fixaram três metas sociais da UE para 2030 em matéria de emprego, formação e redução da pobreza.

Para mais informações

Ficha informativa 

Comunicação sobre o Pilar Europeu dos Direitos Sociais

Documento de trabalho dos serviços da Comissão: Revisão do plano de ação sobre o Pilar Europeu dos Direitos Sociais de 2021

Primeira fase de consulta dos parceiros sociais sobre medidas de ativação

Sítio Web sobre o Pilar Europeu dos Direitos Sociais

Assine o boletim informativo da Comissão sobre emprego, assuntos sociais e inclusão

Fonte: Comissão Europeia

Japão adere oficialmente ao Horizonte Europa e reforça a cooperação científica com a UE

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A partir de 30 de julho, o Japão está oficialmente associado ao Horizonte Europa, o programa emblemático de investigação e inovação da UE que visa responder aos desafios mundiais, acelerar as transições ecológica e digital, contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e reforçar a competitividade e o crescimento da Europa.

Com 123 milhões de habitantes, o Japão é o país mais populoso associado ao programa, acrescentando à rede europeia de cooperação científica um dos ecossistemas de investigação e inovação mais avançados do mundo.

O acordo permite que os investigadores e as organizações japonesas participem no Horizonte Europa em condições de igualdade com os seus pares dos Estados-Membros da UE e de outros países associados.

A associação do Japão representa um passo importante na Parceria Estratégica UE-Japão e sublinha um compromisso comum para com a excelência científica, a inovação e a cooperação internacional aberta e assente em regras no domínio da investigação.

A UE e o Japão continuarão a alargar a cooperação para fazer face aos desafios mundiais comuns, nomeadamente na transição digital, na saúde e nas tecnologias que apoiam a neutralidade climática.

Ekaterina Zaharieva, Comissária Europeia responsável pelas Empresas em Fase de Arranque, Investigação e Inovação, declarou: «A ciência prospera quando o talento, as ideias e a inovação atravessam fronteiras. Enquanto 23.º país associado ao Horizonte Europa, o Japão reforça uma comunidade mundial em crescimento que acredita que a abertura, a excelência e a cooperação internacional são essenciais para transformar a investigação em inovação e a inovação em prosperidade.»

comunicado de imprensa pode ser consultado em linha.

Fonte: Comissão Europeia

Foto: Conselho Europeu

Comissão adota novas orientações para melhorar o acesso das empresas às infraestruturas de investigação e tecnologia de ponta da Europa

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A Comissão Europeia adotou uma nova Carta de Acesso dos Utilizadores Industriais às Infraestruturas de Investigação e Tecnologia, com o objetivo de tornar mais rápida e mais fácil para as empresas a utilização das instalações europeias de investigação e inovação de nível mundial. A iniciativa foi concebida para ajudar as empresas, em especial as empresas em fase de arranque, as empresas em fase de expansão e as pequenas e médias empresas, a obterem um melhor acesso a laboratórios avançados, linhas-piloto, ambientes de ensaio e instrumentos científicos de grande dimensão.

Ao melhorar o acesso a estes serviços, as novas orientações ajudarão as empresas a desenvolver, testar e validar novas tecnologias, produtos e serviços de forma mais eficiente, permitindo-lhes entrar mais rapidamente no mercado. Tal deverá reforçar a capacidade de inovação e a competitividade da Europa, em consonância com a Estratégia Europeia para as Empresas em Fase de Arranque e as Empresas em Fase de Expansão.

Ekaterina Zaharieva, comissária responsável pelas Empresas em Fase de Arranque, Investigação e Inovação, declarou: «As empresas inovadoras na Europa necessitam de infraestruturas de ponta para desenvolver e testar ideias e introduzir mais rapidamente as suas inovações no mercado. Estas novas orientações, apresentadas sob a forma de uma Carta, procuram reforçar as infraestruturas de investigação e tecnologia da Europa através da criação de melhores condições de acesso e de serviços personalizados para as empresas, o que acelera a inovação e reforça a competitividade da Europa. Convido as infraestruturas de investigação e tecnologia a subscreverem a Carta e a defenderem os seus princípios.» 

As orientações estabelecem seis princípios-chave para as infraestruturas de investigação e tecnologia, que devem ser subscritos numa base voluntária. Estes princípios centram-se no aumento da visibilidade e da disponibilidade dos serviços, na garantia da transparência e da qualidade, na simplificação dos contratos e acordos, na promoção de uma gestão segura da propriedade intelectual, na prestação de apoio personalizado às empresas e na promoção da cooperação entre infraestruturas, incluindo o acesso aos dados.

A iniciativa visa igualmente tornar a Europa um lugar mais atrativo para os inovadores desenvolverem e comercializarem tecnologias revolucionárias. Ao incentivar serviços mais visíveis, acessíveis e favoráveis às empresas, a Comissão espera reforçar o papel da Europa como principal destino da inovação industrial.

As infraestruturas de investigação e tecnologia em toda a Europa são agora convidadas a aprovar a Carta e a promover os seus princípios. Para apoiar a execução, a Comissão lançou uma campanha de sensibilização que inclui seminários em linha, eventos e um repositório aberto de boas práticas. As organizações são também  incentivadas a partilhar exemplos de abordagens bem-sucedidas através do sítio Web específico.

Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

Comissão Europeia procura projetos para financiar ao abrigo do Mecanismo de Reforço das Baterias

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A Comissão Europeia lançou hoje um convite à apresentação de propostas no âmbito do Mecanismo de Reforço das Baterias, disponibilizando até 1,5 mil milhões de EUR em empréstimos sem juros para apoiar projetos de fabrico de células de baterias em todo o Espaço Económico Europeu (EEE). O mecanismo é financiado através do Fundo de Inovação, utilizando as receitas do Sistema de Comércio de Licenças de Emissão da UE. As candidaturas podem ser apresentadas até 30 de setembro de 2026.

O Mecanismo de Reforço das Baterias foi criado em junho de 2026 no âmbito da Estratégia de Reforço às Baterias. Contribuirá para acelerar a implantação industrial das baterias, reforçar a capacidade europeia de fabrico de baterias e apoiar o desenvolvimento de uma cadeia de valor europeia resiliente das baterias.

O mecanismo concede empréstimos sem juros a projetos elegíveis de fabrico de células de bateria durante a fase crítica de expansão entre a pré-produção e a atividade comercial plena. Ao dar resposta às necessidades de financiamento nesta fase, o mecanismo ajudará os projetos inovadores a aumentar a produção, a atrair investimento privado e a trazer mais rapidamente novas capacidades de produção para a Europa.

O convite está aberto a projetos elegíveis de fabrico de células de bateria localizados no Espaço Económico Europeu. Os projetos têm de se centrar no fabrico de células de bateria adequadas para aplicações em veículos elétricos, estar em fase de arranque no início do convite à apresentação de propostas, representar o primeiro projeto completo de produção de células de bateria de veículos elétricos à escala comercial do candidato a nível mundial e ter uma capacidade de produção anual prevista de, pelo menos, 10 GWh. Os candidatos selecionados podem receber empréstimos sem juros que cubram até 60 % dos custos elegíveis, com um máximo de 500 milhões de euros por projeto.

As candidaturas serão avaliadas em função dos critérios de adjudicação estabelecidos no convite à apresentação de propostas, incluindo a maturidade técnica e financeira, e do valor acrescentado do projeto para o ecossistema europeu de baterias.

Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

BCE apresenta propostas para as futuras notas de euro e convida cidadãos a participar na escolha

O Banco Central Europeu (BCE) apresentou, no passado dia 23 de julho, as dez propostas de desenho pré-selecionadas para a próxima série de notas de euro, dando início a uma consulta pública que permitirá aos cidadãos da União Europeia participar na escolha do futuro aspeto das notas.

As propostas distribuem-se por dois temas distintos: “Cultura europeia” e “Rios e aves”, refletindo elementos identitários, históricos e naturais comuns aos países europeus.

Segundo Christine Lagarde, presidente do BCE, “As notas de euro são mais do que um meio de pagamento; são uma das expressões mais tangíveis da Europa. Com desenhos que combinam beleza e significado, reforçarão a nossa identidade comum.”

As dez propostas agora divulgadas resultam de um concurso de design promovido à escala da União Europeia, que reuniu mais de 1 200 candidaturas de designers gráficos. Deste universo, 25 candidatos foram selecionados para desenvolver propostas para um ou ambos os temas.

A avaliação das propostas esteve a cargo de um júri independente composto por 21 especialistas nas áreas do design gráfico, comunicação, neurociências e história, nomeados conjuntamente pelos bancos centrais nacionais da área do euro. Portugal esteve representado por Marta de Figueiredo, designer gráfica e antiga colaboradora do Banco de Portugal.

O Conselho do BCE decidiu submeter as propostas à apreciação do público, através de um inquérito online aberto a todos os cidadãos europeus. A iniciativa pretende recolher opiniões sobre os desenhos apresentados, que contribuirão para a decisão final sobre a próxima geração de notas de euro.

O inquérito decorre até 21 de setembro de 2026, estando disponível na página oficial do BCE. Após esta fase de consulta, o BCE analisará os resultados e selecionará o desenho vencedor, que servirá de base ao desenvolvimento da nova série de notas de euro.

Pode responder ao inquérito aqui: https://surveys.ecb.europa.eu/10b/neweuro/

Fonte: BCE

No período compreendido entre julho e dezembro de 2026, a Irlanda assume, pela oitava vez, a Presidência rotativa do Conselho da União Europeia (UE), sucedendo a Chipre e antecedendo a Lituânia.

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Lema

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Sob o lema «Strength with unity» («Força com unidade»), a Presidência irlandesa do Conselho da UE dará prioridade a ações que visam o reforço da competitividade da economia europeia, a preservação dos valores fundamentais da UE, interna e internacionalmente, e a segurança dos cidadãos. 

Este lema define uma visão da UE centrada nas pessoas e orientada para o futuro, sendo apresentado tanto em irlandês como em inglês. A Presidência de 2026 é a primeira em que o irlandês será usado desde que se tornou uma língua de trabalho plenamente operacional da UE em janeiro de 2022.

Logótipo

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A identidade visual da Presidência irlandesa do Conselho da UE Europeia sublinha a interdependência e a interligação de todos os Estados-Membros da UE.

A estrutura espiral das galáxias foi identificada, pela primeira vez, na Irlanda em 1840, usando o Grande Telescópio do Castelo de Birr. O padrão também é inspirado no trabalho escultórico irlandês que reflete uma ligação com antigos símbolos irlandeses, reinterpretados através de uma lente moderna. 

Cada braço da espiral apresenta 27 discos que simbolizam os 27 países da UE. O espaço resultante no centro forma uma estrela de cinco pontas, um símbolo da bandeira da UE. As cores – azul, verde e laranja – simbolizam o Estado irlandês e a UE.

Programa e Prioridades da Presidência irlandesa

A Presidência irlandesa do Conselho da UE decorre num contexto exigente para a UE, marcado novamente pela guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, pela necessidade de reforçar a segurança e a resiliência europeias, pelo debate sobre o alargamento da UE, pela preparação do próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2028-2034 e pela urgência de melhorar a competitividade da economia europeia.

O seu programa [en] identifica três prioridades principais

1. Competividade – promover a prosperidade e o bem-estar 

Prioridade central, com o objetivo de reforçar a capacidade da UE para gerar crescimento, inovação, investimento e produtividade. A Irlanda pretende dar seguimento ao roadmap “Uma Europa, um Mercado”. 

Neste domínio, a Presidência irlandesa dará especial atenção aos seguintes aspetos:

  • a simplificação regulamentar;
  • o aprofundamento do Mercado Interno, para bens e serviços;
  • a União da Poupança e do Investimento;
  • a soberania tecnológica e transição digital;
  • a política industrial, resiliência económica e discussão sobre preferência europeia em setores críticos ou vulneráveis;
  • a energia e transição limpa, com destaque para segurança energética, redes elétricas, infraestruturas críticas e redução da dependência de combustíveis fósseis.

2. Segurança – proteger os cidadãos 

Prioridade que será abordada em sentido amplo, abrangendo defesa, resiliência, cibersegurança, segurança económica, energética e alimentar, proteção de infraestruturas críticas, segurança marítima e resposta a ameaças híbridas. 

A guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia voltará a ser um elemento estruturante da agenda, exigindo apoio financeiro, político, militar, institucional e diplomático para assegurar a continuidade da solidariedade da UE para com a Ucrânia, apoiando o seu percurso de adesão à UE, e manter a pressão sobre a Rússia, através de sanções.

Nesta área, a Presidência irlandesa acompanhará:

  • a futura Estratégia Europeia de Segurança, coligações de capacidades e contratação pública no domínio da defesa;
  • o programa para a Inovação Ágil e Rápida no domínio da Defesa (AGILE) e mobilidade militar;
  • a segurança marítima, proteção de cabos submarinos e resiliência de infraestruturas digitais e energéticas;
  • o combate às ameaças híbridas e à criminalidade, incluindo tráfico de armas e migrantes;
  • a implementação do Pacto em matéria de Migração e Asilo.  

3. Valores – defender a base indispensável da UE 

Prioridade que assenta na defesa da dignidade humana, liberdade, democracia, igualdade, Estado de direito e direitos humanos. Estes valores são “o verdadeiro motor” da ação europeia. 

A Presidência irlandesa dará particular atenção:

  • ao Estado de direito e resiliência democrática, incluindo o Escudo Europeu da Democracia e a Estratégia da UE para a Sociedade Civil;
  • à proteção da democracia no espaço digital, com combate à desinformação, proteção dos direitos fundamentais em linha, aplicação do Regulamento dos Serviços Digitais e proteção das crianças; 
  • ao processo de alargamento da UE, visando progredir as negociações com a Ucrânia e a Moldova, acompanhar a ambição do Montenegro de concluir as suas até ao final de 2026 e também avançar com a Albânia;
  • ao papel da UE como ator global baseado em princípios, com defesa do multilateralismo, das Nações Unidas, do direito internacional, dos direitos humanos e da ordem internacional baseada em regras.

Fonte: CIEJD

Candidaturas abertas aos estágios da Comissão Europeia, agora também para diplomados do ensino e formação profissionais

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Estão abertas, até 4 de setembro de 2026, as candidaturas aos estágios remunerados Blue Book da Comissão Europeia, um dos mais reconhecidos programas de estágios da União Europeia.

Com início em março e outubro, a Comissão oferece duas edições anuais de estágios nas áreas da administração e da tradução, com a duração de cinco meses.

Os estágios estão abertos a licenciados de todas as áreas e, pela primeira vez, também a diplomados do ensino e formação profissionais (EFP), alargando o acesso a esta oportunidade e reconhecendo o valor das diferentes vias de aprendizagem em toda a Europa.

Os estagiários trabalham num ambiente multicultural e ficam a conhecer de perto o funcionamento das instituições europeias, contribuem para o trabalho diário da Comissão Europeia e podem aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos durante o percurso académico.

Entre as tarefas dos estagiários incluem-se a organização de reuniões, a participação em grupos de trabalho e audições públicas, a preparação de documentos de trabalho e relatórios, a resposta a questões dos cidadãos e o apoio à gestão de projetos.

Na área da tradução, os estagiários são integrados numa unidade da Direção-Geral da Tradução, onde têm contacto direto com o trabalho desenvolvido pelos tradutores da Comissão Europeia.

As candidaturas podem ser apresentadas até 4 de setembro de 2026, às 9h00 (hora de Lisboa), através desta página.

Consulte também nesta página os critérios de elegibilidade, igualdade de oportunidades, calendário, testemunhos e outras informações relevantes.

Ensino e formação profissionais

A Comissão Europeia atualizou as regras do seu programa de estágios, estabelecendo um quadro único modernizado que torna o programa mais inclusivo e mais bem alinhado com os objetivos da Europa em matéria de competências e emprego.

A Comissão está a dar um passo importante no sentido de assegurar que as suas oportunidades de estágio refletem melhor a diversidade de talentos na União Europeia. Esta alteração apoia os objetivos da União das Competências, ajudando os diplomados do EFP a adquirir uma experiência profissional significativa num contexto de administração pública europeia de elevada qualidade. Reconhece igualmente o importante contributo do EFP para o mercado de trabalho.

O quadro atualizado reforça igualmente as condições financeiras à disposição dos estagiários, melhorando a estrutura das subvenções e dos subsídios e ajudando a reduzir os obstáculos práticos e financeiros à participação. Estas alterações destinam-se a tornar o programa de estágios mais inclusivo para candidatos de diferentes origens educativas, de toda a União.

Ao mesmo tempo, as novas regras reforçam o compromisso da Comissão com a inclusividade, a equidade e um ambiente de trabalho seguro. Apoiam a igualdade de tratamento e procuram assegurar que os estagiários possam aprender e contribuir para um ambiente definido pelo respeito, pela dignidade e pelas oportunidades, e incluem disposições claras em matéria de luta contra o assédio e a não discriminação. O quadro revisto coloca maior ênfase no equilíbrio geográfico, com o objetivo de assegurar uma ampla representação entre os Estados-Membros.

Próximos passos

As regras atualizadas em matéria de estágios começarão a aplicar-se à sessão com início em março de 2027.

As candidaturas para esta sessão estarão abertas de 22 de julho a 4 de setembro de 2026 (9h de Lisboa).

Contexto

O estágio Blue Book tem atraindo principalmente recém-licenciados de toda a Europa e não só. Ao longo dos anos, o programa tornou-se um dos programas de estágio da UE mais atrativos e competitivos. Recebe cerca de 36 000 candidaturas por ano e oferece cerca de 2 000 lugares de estágio por ano em toda a Comissão, 14 agências e organismos da UE e o Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE).

Para mais informações:

Programa de Estágios Blue Book

Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

UE lança parceria industrial no domínio da defesa com a Ucrânia e acordo sobre drones e desembolsa mil milhões de EUR para drones *

A Comissão Europeia e a Ucrânia assinaram hoje uma nova parceria industrial no domínio da defesa, que constitui um importante passo em frente na integração das indústrias de defesa europeias e ucranianas. A Comissão lançou igualmente o Acordo UE-Ucrânia sobre drones, a fim de aprofundar a cooperação em matéria de tecnologias de drones e de combate aos drones. Por último, a Comissão desembolsou mais mil milhões de EUR para apoiar as capacidades de drones da Ucrânia ao abrigo do empréstimo de apoio à Ucrânia de 90 mil milhões de EUR.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, declarou: «A nossa parceria industrial no domínio da defesa integra a economia de defesa da Ucrânia da mesma forma que integramos os nossos mercados: Eliminando barreiras e alinhando as nossas normas o mais rapidamente possível – desde os contratos públicos no setor da defesa até à proteção da propriedade intelectual. Permitir uma cooperação mais estreita entre as nossas indústrias de defesa e as nossas empresas comuns. Juntos, estamos a aproveitar a nossa força industrial comum para a nossa segurança comum.»

Estas iniciativas permitirão às empresas ucranianas e da UE acelerar o desenvolvimento de capacidades críticas de defesa, reforçar a produção industrial conjunta e trabalhar em conjunto na investigação e no desenvolvimento no domínio da defesa financiados pela UE.

Parceria Industrial de Defesa UE-Ucrânia

Com base nos acordos bilaterais existentes entre a Ucrânia e os Estados-Membros da UE, a nova parceria proporcionará um quadro único e coerente entre a UE e a Ucrânia para facilitar, coordenar e apoiar a sua plena aplicação.

A UE e a Ucrânia acordaram em promover a produção conjunta de drones e sistemas de combate aos drones entre a Ucrânia e os Estados-Membros da UE até ao final de 2026. O acordo visa aumentar rapidamente a produção e a implantação de capacidades comprovadas em batalha para combater os drones e os mísseis, proporcionando simultaneamente a previsibilidade a longo prazo necessária para reforçar o investimento e expandir a capacidade industrial de defesa na Ucrânia e na União Europeia.

Esta cooperação visa proteger contra drones e mísseis de gama baixa a média, implantar sistemas de drones comprovados em grande escala que possam ser armazenados fora do território da Ucrânia e proporcionar a ambas as bases industriais de defesa a previsibilidade necessária para aumentar decisivamente o investimento e a produção.

Com base nesta abordagem, a UE e a Ucrânia alargarão a sua cooperação industrial no domínio da defesa à produção conjunta de mísseis antibalísticos até 2028, ajudando a colmatar lacunas críticas em matéria de capacidades de defesa aérea. A parceria dará prioridade a sistemas de mísseis com uma boa relação custo-eficácia, continuando simultaneamente a reforçar outras capacidades de defesa essenciais, incluindo a produção de artilharia e as principais cadeias de abastecimento.

A nova parceria aprofundará a integração das indústrias de defesa europeia e ucraniana, eliminando os obstáculos à cooperação e acelerando o alinhamento das normas. Os trabalhos avançarão em domínios fundamentais, desde os contratos públicos no setor da defesa à proteção da propriedade intelectual, permitindo que as empresas de ambas as partes cooperem de forma mais harmoniosa e reforcem a segurança comum da Europa.

Acordo UE-Ucrânia sobre drones

acordo UE-Ucrânia sobre drones reunirá a capacidade industrial da Europa e os conhecimentos especializados da Ucrânia em matéria de inovação no domínio dos drones. Proporciona um quadro e uma cobertura europeus para incentivar novos acordos nacionais e, em seguida, disponibilizar financiamento para a expansão e o alargamento da produção e das encomendas conjuntas. Construído em torno de empresas comuns entre empresas ucranianas e europeias, servirá de modelo para aumentar rapidamente a produção e a implantação de capacidades comprovadas em batalha noutros domínios, como os sistemas de mísseis balísticos e antibalísticos, e para trabalhar em todas as cadeias de abastecimento da defesa. O acordo combinará as capacidades testadas no campo de batalha da Ucrânia e a força industrial e a escala de fabrico da Europa, apoiando transferências de tecnologia específicas e o investimento em setores de dupla utilização em toda a Ucrânia.

O acordo acelerará o desenvolvimento e a produção de drones e sistemas de combate aos drones da próxima geração, assegurando que a Ucrânia dispõe das capacidades de que necessita atualmente e reforçando simultaneamente a prontidão da Europa em matéria de defesa para o futuro.

A Comissão trabalhará agora com os parceiros ucranianos e a comunidade europeia de drones, tendo em vista a primeira reunião dos 18 membros fundadores, prevista para setembro, em Bruxelas. Estes incluem ORQA d.o.o., Indra Group, Fincantieri, WB Electronics/WB Group, Destinus, Delair, RSI Europe, TERMA A/S, Quantum Systems dos Estados-Membros da UE. Os membros ucranianos selecionados são a LLC Skyfall Industries, a LLC Greentech Harvest, a LLC Tencore, a LLC Deviro, a LLC Vyriy Industry, a Scientific production Company «ATHLON AVIA’ LLC, LLC TEHAVTOFART PIVDEN» (TAF Industries), a UFORCE e a F-Drones.

Mil milhões de EUR para drones ao abrigo do empréstimo de apoio à Ucrânia de 90 mil milhões de EUR

A Comissão Europeia desembolsou hoje mais mil milhões de EUR à Ucrânia para a aquisição de drones. Trata-se do segundo pagamento ao abrigo da primeira parcela de 6 mil milhões de EUR do empréstimo de apoio à Ucrânia dedicado à aquisição de drones, uma capacidade fundamental que permite à Ucrânia resistir à guerra de agressão da Rússia.

Este desembolso surge na sequência da primeira parcela de 3,2 mil milhões de EUR da Comissão à Ucrânia ao abrigo do programa específico de assistência macrofinanceira, realizada em 25 de junho, e dos 3,9 mil milhões de EUR como primeiro pagamento dedicado à aquisição de drones, efetuado em 30 de junho.

Numa perspetiva de futuro, a Comissão aprovou igualmente um plano de desembolso de 10 mil milhões de EUR para financiar drones, mísseis e aviões de combate adicionais, sublinhando o compromisso a longo prazo da UE para com a defesa da Ucrânia e para com uma base industrial de defesa europeia mais forte e mais integrada.

BraveTechEU, Fundo Europeu de Defesa e inovação no domínio da defesa

A BraveTech EU, a iniciativa conjunta UE-Ucrânia para acelerar a tecnologia militar para a indústria de defesa da Ucrânia, também passou para a sua próxima fase, reconhecendo seis empresas selecionadas para promover tecnologias de defesa promissoras: Soraccel, EdgeX Robotics, Smaesh, Kova Labs, Tempterno Defence e Rannon.

Na próxima fase do programa, estas soluções serão testadas em condições que refletem o teatro de guerra na Ucrânia, ajudando assim a acelerar o desenvolvimento e a implantação de tecnologias que respondam às necessidades reais do campo de batalha.

Por último, a Ucrânia foi plenamente associada ao Fundo Europeu de Defesa (FED) e ao Programa da Indústria de Defesa Europeia (PIDEUR), permitindo que as empresas ucranianas e da UE formassem consórcios e participassem conjuntamente em projetos colaborativos de investigação e desenvolvimento no domínio da defesa apoiados pelo Fundo. Com um orçamento de 7,3 mil milhões de EUR para 2021-2027, o FED apoia o desenvolvimento de capacidades de defesa de ponta e reforça a cooperação em toda a indústria europeia da defesa.

Antecedentes

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, está em Kiev para a sua 11.a visita à Ucrânia desde o início da invasão em grande escala da Rússia, num momento em que a maré está a mudar para a Ucrânia. Com base no empréstimo sem precedentes de 90 mil milhões de EUR da União Europeia e no apoio político, militar e financeiro sustentado, a visita centrou-se no reforço da cooperação no domínio da defesa, incluindo medidas urgentes para proteger os céus da Ucrânia dos ataques contínuos com drones e mísseis russos, bem como em novas iniciativas para integrar as indústrias de defesa europeias e ucranianas, a fim de acelerar e aumentar a produção de capacidades críticas. 

A visita sublinha o compromisso inabalável da União Europeia de apoiar a Ucrânia na defesa da sua independência e integridade territorial contra a agressão em curso da Rússia.

Em fevereiro de 2026, o Parlamento Europeu e o Conselho adotaram o Regulamento (UE) 2026/467 que cria o Empréstimo de Apoio à Ucrânia (USL). O regulamento prevê um apoio máximo de 90 mil milhões de EUR à Ucrânia. Na sequência da apresentação pela Ucrânia da sua estratégia de financiamento em março de 2026, o Conselho adotou, em 23 de abril de 2026, uma decisão de execução que determina a assistência a disponibilizar à Ucrânia em 2026. A decisão prevê até 45 mil milhões de EUR de apoio para 2026, dos quais 16,7 mil milhões de EUR de apoio orçamental e 28,3 mil milhões de EUR de apoio às capacidades industriais de defesa da Ucrânia.

A componente de apoio orçamental é repartida equitativamente entre um complemento ao Mecanismo para a Ucrânia e uma nova operação de assistência macrofinanceira, cada uma no montante máximo de 8,35 mil milhões de EUR. Em 25 de junho, a Comissão desembolsou a primeira parcela de 3,2 mil milhões de EUR à Ucrânia ao abrigo do empréstimo de apoio à Ucrânia de 90 mil milhões de EUR. As decisões de financiamento baseiam-se na evolução das necessidades da Ucrânia. Todas as despesas estão sujeitas a condições e acompanhamento acordados. Desde o início da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, a UE e os seus Estados-Membros disponibilizaram 216,7 mil milhões de EUR de apoio global à Ucrânia e aos ucranianos, incluindo 3,8 mil milhões de EUR provenientes das receitas de ativos russos imobilizados, mais do que qualquer outra pessoa.

Para mais informações

Assistência macrofinanceira à Ucrânia

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* Atualizado em 16/07/2026 às 14:30


Fonte: Comissão Europeia

Comissão atualiza o seu emblemático estágio “Livro Azul” /BlueBook, abrindo-o aos diplomados do ensino e formação profissionais

Fonte: Comissão Europeia

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A Comissão Europeia atualizou hoje as regras do seu programa de estágios, estabelecendo um quadro único modernizado que torna o regime mais inclusivo e mais bem alinhado com os objetivos da Europa em matéria de competências e emprego. Pela primeira vez, os diplomados do ensino e formação profissionais (EFP) serão elegíveis para se candidatarem ao programa de estágios da Comissão – o «estágio Livro Azul» –, alargando o acesso a estágios de elevada qualidade e reconhecendo o valor das diversas rotas de aprendizagem em toda a Europa.

A Comissão está a dar um passo importante no sentido de assegurar que as suas oportunidades de estágio refletem melhor a diversidade de talentos na União Europeia. Esta alteração apoia os objetivos da União de Competências, ajudando os diplomados do EFP a adquirir uma experiência profissional significativa num contexto de administração pública europeia de elevada qualidade. Reconhece igualmente o importante contributo que o EFP oferece ao mercado de trabalho.

O quadro atualizado também reforça as condições financeiras à disposição dos estagiários, melhorando a estrutura das subvenções e subsídios, ajudando a reduzir os obstáculos práticos e financeiros à participação. Estas alterações destinam-se a tornar o programa de estágios mais inclusivo para candidatos de diferentes origens educativas, de toda a União.

Ao mesmo tempo, as novas regras reforçam o compromisso da Comissão com a inclusividade, a equidade e um ambiente de trabalho seguro. Apoiam a igualdade de tratamento e procuram assegurar que os estagiários possam aprender e contribuir para um ambiente definido pelo respeito, pela dignidade e pelas oportunidades, e incluem disposições claras em matéria de luta contra o assédio e a não discriminação. O quadro revisto coloca maior ênfase no equilíbrio geográfico, com o objetivo de assegurar uma ampla representação entre os Estados-Membros.

Ao substituir decisões anteriores separadas por um quadro modernizado e racionalizado, a Comissão está a tornar as regras mais fáceis de compreender tanto para os candidatos como para os estagiários e os serviços. Tal melhorará a coerência em todo o programa e apoiará uma administração mais eficiente.

O novo quadro orientará agora a organização do programa de estágios da Comissão ao abrigo de um conjunto de regras mais claras e atualizadas, assegurando que continua a atrair jovens talentosos de toda a União Europeia e dos países candidatos que beneficiam da estratégia de pré-adesão, oferecendo simultaneamente uma experiência justa, de elevada qualidade e inclusiva.

Próximas etapas

As regras atualizadas em matéria de estágios começarão a aplicar-se à sessão que terá início em março de 2027.

As candidaturas para essa sessão estarão abertas de 22 de julho a 4 de setembro de 2026.

Antecedentes

O estágio «Livro Azul/ Bluebook é o programa de estágios emblemático da Comissão Europeia, atraindo principalmente recém-licenciados de toda a Europa e não só. Oferece aos participantes uma visão única em primeira mão do trabalho da Comissão Europeia e do funcionamento das instituições da UE de um modo mais geral. O programa também ajuda os estagiários a desenvolver uma melhor compreensão dos objetivos da integração europeia e das políticas da UE, adquirindo simultaneamente experiência num ambiente de trabalho multicultural.

Ao longo dos anos, o programa de estágios «Livro Azul» tornou-se um dos programas de estágio da UE mais atrativos e competitivos. Recebe cerca de 36 000 candidaturas por ano e oferece cerca de 2 000 lugares de estágio por ano em toda a Comissão, 14 agências e organismos da UE e o Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE).

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Programa de estágios «Livro Azul»

Painel especial sobre a segurança das crianças em linha

Este relatório surge durante uma janela de oportunidade única. Ouvimos os pais, educadores, especialistas e os próprios jovens. Ouvimos a experiência dos parceiros, bem como dos nossos Estados-Membros. Precisamos agora de agir a nível europeu.” 
Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia

Relatório especial do painel

Tal como anunciado no discurso sobre o estado da União de 2025, a presidente Ursula von der Leyen criou um painel especial de peritos para desenvolver uma abordagem europeia forte e prática para manter as crianças seguras em linha. 

Os copresidentes do painel apresentam o seu relatório final em julho de 2026. O relatório destaca os desafios críticos que as crianças enfrentam em linha e fornece recomendações e inspiração para melhor as proteger e capacitar, bem como para a utilização adequada à idade das redes sociais e de outros serviços digitais. 

Antecedentes

O painel reuniu jovens e peritos de toda a UE, nomeadamente nos domínios da saúde, neurociência, psicologia, informática, direitos da criança e literacia digital.

De março a junho de 2026, o painel reuniu-se três vezes para explorar as oportunidades e os riscos de as crianças passarem tempo em linha. Os debates analisaram a melhor forma de apoiar os pais e os prestadores de cuidados, destacando simultaneamente os principais ensinamentos e boas práticas de toda a UE e não só.

As discussões do painel basearam-se nas últimas pesquisas e experiências da vida real de crianças e famílias. Os pontos de vista dos jovens e dos cidadãos – através de iniciativas como o Conselho Consultivo da Juventude do Presidente e os painéis de cidadãos – têm sido uma parte fundamental deste trabalho. 

Em que o painel trabalhou

  • 1 Online%20safety%20of%20childrenSegurança das crianças online
    • a melhor abordagem à escala da UE para manter as crianças seguras em linha
    • um limite de idade comum da UE para as redes sociais com proteções adaptadas à idade e ao risco
    • educação para incentivar uma utilização segura e responsável das redes sociais 
  • 2 Children%27s%20online%20useUtilização de plataformas online pelas crianças
    • riscos e benefícios da utilização das redes sociais, dos jogos, das aplicações de mensagens e das ferramentas de IA pelas crianças
    • efeitos na sua saúde e bem-estar em diferentes idades 
  • 3 Responsibility%20of%20online%20platformsResponsabilidade das plataformas online
    • Responsabilidade das empresas tecnológicas na proteção das crianças
    • formas de reforçar as medidas de segurança existentes

Membros do painel 

Copresidentes

Retrato do Dr. Jörg M. Fegert

Dr.a Maria Melchior

Diretor do Instituto Nacional Francês de Saúde e Investigação MédicaLogótipo da Comissão Europeia

Prof. Dr. Jörg M. Fegert

Diretor do Departamento de Psiquiatria Infantil e Adolescente, Psicossomática e Psicoterapia do Centro Médico da Universidade de Ulm

Fonte: Comissão Europeia

Reporte “Child Safety Online”