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Category Archive Comunicação Social

Declaração da Vice-Presidente Executiva Virkkunen e do Comissário McGrath na véspera do Dia Europeu em Memória das Vítimas de todos os Regimes Totalitários e Autoritários

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Na véspera do Dia Europeu em Memória das Vítimas de todos os Regimes Totalitários e Autoritários, comemorado em 23 de agosto, a Vice-Presidente Executiva da Comissão responsável pela Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia, Henna Virkkunen, e o Comissário responsável pela Democracia, Justiça, Estado de Direito e Proteção dos Consumidores, Michael McGrath, emitiram a seguinte declaração:

«Em 23 de agosto, assinalamos o aniversário do Pacto Molotov-Ribbentrop, assinado em 1939 entre a Alemanha nazi e a União Soviética. Esse pacto, juntamente com a guerra e a devastação que se seguiram, provocaram um sofrimento intolerável a milhões de pessoas em toda a Europa e fora dela. Os anos que se seguiram foram marcados pela ocupação, repressão, deportação e violência em grande escala.

Neste dia, prestamos homenagem à memória de todos aqueles que sofreram sob o jugo de regimes totalitários e autoritários. A dor suportada pelas vítimas, pelos sobreviventes e pelas suas famílias reverbera ao longo de gerações. Em todos os países da UE vive atualmente uma geração que cresceu livre da tirania e da opressão. Para muitos, a liberdade, a democracia e a paz podem parecer um dado adquirido, mas não o são. Foram conquistadas graças a extraordinários atos de coragem, sacrifício, resistência e resiliência, e nunca devem ser tomadas como garantidas. Por conseguinte, recordar o passado não é apenas um dever para com aqueles que nos precederam. É também uma responsabilidade para com as gerações futuras.

Este dia constitui uma forma solene de recordar as consequências do ódio, da intolerância e da negação da dignidade humana. Exorta-nos a permanecer vigilantes na defesa dos valores em que se funda a União Europeia: respeito pela dignidade humana, liberdade, democracia, igualdade, Estado de direito e direitos fundamentais. Ao preservar a memória do passado, reafirmamos o nosso empenho numa Europa assente na paz, na justiça e na solidariedade.»

declaração está disponível online.
Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

Comissão Europeia reforça a resposta ao Ébola com 2,5 milhões de euros em testes de diagnóstico rápido

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A Comissão Europeia está a adquirir testes de diagnóstico para apoiar a resposta ao atual surto de Ébola de Bundibugyo na República Democrática do Congo. Os testes, com um valor total de 2,5 milhões de euros, serão doados aos Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças.

Com o apoio da Agência de Execução Europeia da Saúde e do Digital, a Comissão disponibilizará testes moleculares rápidos no local de prestação de cuidados e equipamentos de testagem no valor de 2,5 milhões de euros aos Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC África). As primeiras entregas terão início em agosto. Em paralelo, está em preparação um novo acordo, em colaboração com a Organização Mundial da Saúde, para testes adicionais.

A Comissária Europeia para a Igualdade, Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib, afirmou: “Esta iniciativa surge diretamente na sequência da minha visita a Ituri, onde os nossos parceiros deixaram claro que é urgentemente necessário reforçar e acelerar a capacidade de diagnóstico. Num surto de Ébola, cada hora conta. Estes testes permitirão detetar casos mais cedo, encaminhar os doentes mais rapidamente para os cuidados de saúde e impedir que o vírus continue a propagar-se. A Europa está a transformar aquilo que ouvimos no terreno em apoio concreto, trabalhando em conjunto com os CDC de África e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A resposta da Comissão ao surto tem sido coordenada, desde o primeiro dia, com os Estados-Membros, organismos internacionais e parceiros. Segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), o surto registou 3 381 casos confirmados e 1 489 mortes confirmadas.

A Comissão mobilizou 493 milhões de euros em ajuda de emergência, vacinas, tratamentos e segurança sanitária na região dos Grandes Lagos e no Uganda. Atualmente, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) considera que o risco de Ébola para a população europeia é muito baixo.
Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

Sismo na Colômbia: União Europeia reforça apoio com assistência do Mecanismo de Proteção Civil

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A União Europeia continua a mobilizar assistência para a Colômbia na sequência do devastador sismo de magnitude 7,4, que atingiu o país em 10 de agosto. A Suécia disponibilizou 150 tendas e 360 cobertores, a Alemanha está a enviar 3 000 conjuntos de cozinha e 2 500 filtros de água, enquanto o Luxemburgo disponibilizou 79 tendas através do Mecanismo de Proteção Civil da UE.

Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da Comissão está a coordenar a assistência europeia e a sua prestação à Colômbia. A Comissão destacou igualmente um coordenador de resposta rápida para a Colômbia, a fim de apoiar, no terreno, a coordenação da assistência prestada através do Mecanismo de Proteção Civil da UE e da ajuda humanitária.

A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen,declarou: “O coração da Europa está com o povo colombiano após o devastador sismo. Em momentos de tragédia, solidariedade significa ação. Estamos a enviar tendas, filtros de água, alimentos e outros bens essenciais para apoiar as comunidades que deles necessitam. Estamos ao lado do povo colombiano durante esta emergência e na recuperação que se seguirá.”

A assistência da proteção civil complementa os 2,1 milhões de euros em ajuda humanitária de emergência anunciados pela Comissão Europeia em 12 de agosto. Os parceiros humanitários da UE estão a prestar assistência nas áreas da saúde, água, saneamento e higiene, bem como abrigo, alimentos, proteção e apoio pecuniário às comunidades afetadas.

O apoio da UE foi mobilizado desde as primeiras horas após o terramoto. A Comissão ativou o serviço de cartografia por satélite Copernicus para apoiar as operações de salvamento e fornecer avaliações iniciais dos danos. A Cruz Vermelha Alemã, parceira humanitária da UE, também reafetou imediatamente 100 000 euros de um projeto financiado pela UE para dar resposta às necessidades imediatas de 2 500 famílias afetadas em Chocó e Valle del Cauca.

Contexto

Em caso de emergência, qualquer país pode solicitar assistência através do Mecanismo de Proteção Civil da UE. A ativação do Mecanismo permite ao Centro de Coordenação de Resposta de Emergência mobilizar assistência ou conhecimentos especializados dos países europeus.

A funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, o Centro assegura a rápida mobilização do apoio de emergência e atua como uma plataforma de coordenação entre todos os Estados-Membros da UE, os 10 Estados participantes adicionais, o país afetado e os peritos em proteção civil e ajuda humanitária.

Mais informação aqui.
Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

Comissão solicita contributos sobre a nova Estratégia da UE relativa aos direitos das vítimas

A partir de hoje, 13 de agosto, a Comissão Europeia lançou uma consulta pública aberta para recolher contributos para a nova Estratégia da UE relativa aos Direitos das Vítimas. Com o objetivo de reforçar ainda mais os direitos das vítimas, a Comissão convida à apresentação de contributos por parte de vítimas de crimes, cidadãos, bem como de todos os intervenientes relevantes neste domínio, incluindo peritos em direitos das vítimas e serviços de apoio, autoridades responsáveis pela aplicação da lei, órgãos judiciais, organizações da sociedade civil e meio académico.

Em junho deste ano, a UE adotou uma Diretiva relativa aos direitos das vítimas revista, que proporciona maior proteção e apoio às vítimas de crimes e lhes facilita o acesso à justiça. A nova Estratégia apoiará a aplicação da Diretiva revista e terá por base os resultados alcançados pela anterior Estratégia sobre os direitos das vítimas. Inclui-se aqui a criação da Plataforma dos Direitos das Vítimas, um fórum que reúne todos os intervenientes relevantes que trabalham nesta área, e a campanha “Vamos Ficar de Olhos Abertos”.

Henna Virkkunen, Vice-Presidente Executiva da Comissão Europeia para a Soberania Tecnológica, a Segurança e a Democracia, declarou: “O crime é um trauma para milhões de vítimas todos os anos. Estas pessoas necessitam de pleno apoio e proteção plena por parte das autoridades públicas. No espaço digital, a cibercriminalidade ocorre em larga escala para além das fronteiras e podem afetar simultaneamente várias vítimas. Precisamos do contributo de todos para garantir que reforçamos o apoio a todas as vítimas de crimes em toda a UE.”

Michael McGrath, Comissário Europeu para a Democracia, a Justiça, o Estado de Direito e a Proteção dos Consumidores, declarou: “Ninguém espera ser vítima de um crime. É por isso que nós, enquanto autoridades públicas, temos a responsabilidade de assegurar que as vítimas são protegidas e apoiadas quando mais precisam. Com a Diretiva relativa aos Direitos das Vítimas revista, reforçámos as regras europeias. Agora, temos de garantir que estes direitos se tornam uma realidade em toda a UE. É isso que a nova Estratégia permitirá alcançar. Convidamos todos a contribuir, porque a criminalidade pode afetar qualquer pessoa e a defesa dos direitos das vítimas é uma responsabilidade de todos.

A consulta pública decorrerá durante 12 semanas. Estão disponíveis mais informações nesta página.

Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

UE reforça ajuda humanitária a Mianmar com 10,5 milhões de euros, numa altura em que o conflito já fez mais de 100 000 mortos

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A União Europeia está a disponibilizar mais 10,5 milhões de euros em ajuda humanitária para as pessoas afetadas pelo conflito em Mianmar. Com este montante adicional, o apoio humanitário da UE ao país ascende a 49,1 milhões de euros em 2026. Desde o golpe militar de fevereiro de 2021, mais de 100 000 pessoas perderam a vida.

Graças ao novo financiamento, os parceiros humanitários da UE prestarão assistência vital às pessoas afetadas pelo conflito, pelas deslocações e por catástrofes, incluindo as recentes inundações repentinas registadas em várias zonas do país. A ajuda inclui cuidados de saúde de emergência, alimentos, proteção, abrigo, bem como equipamentos de água e saneamento.

O conflito mortal em Mianmar continua a ser uma das crises humanitárias mais graves do mundo. A contaminação por minas terrestres é um problema de grande dimensão, sendo Mianmar o país com o maior número de vítimas de minas terrestres e de engenhos explosivos remanescentes de guerra a nível mundial.

A dimensão da crise humanitária em Mianmar transformou-se por completo ao longo dos últimos cinco anos. O que era uma crise que afetava cerca de um milhão de pessoas tornou-se uma das maiores emergências humanitárias do mundo, com 16,2 milhões de pessoas a necessitarem de assistência. Os civis vivem diariamente com receio pelas suas vidas, com a sua capacidade de fazer face à situação levada ao limite, no contexto de uma economia em queda livre, um sistema de saúde em colapso e uma das mais graves crises de fome do mundo. Não podemos permitir que esta crise desapareça da atenção internacional enquanto milhões de pessoas continuam a suportar o seu custo humano”, declarou a Comissária Europeia para a Igualdade, Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib.

Num momento em que outros doadores recuam e o direito humanitário enfrenta uma pressão sem precedentes, a UE mantém o compromisso de prestar uma ajuda baseada em princípios, que chega às pessoas que mais necessitam, onde quer que estejam.

Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

Sismo na Colômbia: União Europeia disponibiliza 2,1 milhões de euros em assistência humanitária de emergência

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A Comissão Europeia está a responder às necessidades imediatas das comunidades na Colômbia, disponibilizando 2,1 milhões de euros em assistência vital. Várias províncias e cidades nas regiões central e ocidental do país foram afetadas por um devastador sismo de magnitude 7,4, que causou centenas de vítimas e danos consideráveis.Este financiamento prestará apoio vital às pessoas mais vulneráveis. Os parceiros humanitários da UE no terreno fornecerão cuidados de saúde, materiais de abastecimento de água, saneamento e higiene, bem como abrigo, alimentos, proteção e assistência pecuniária.O apoio da UE já está no terreno. A Cruz Vermelha Alemã, parceira humanitária da UE, reafetou 100 000 euros de um projeto financiado pela União Europeia para responder às necessidades imediatas de 2 500 famílias afetadas em Chocó e Valle del Cauca.Na sequência da ativação do Mecanismo de Proteção Civil da UE pela Colômbia, a UE mantém-se em estreito contacto com as autoridades nacionais através do seu Centro de Coordenação de Resposta de Emergência, a fim de coordenar a assistência à medida que as necessidades evoluem no terreno.A Comissão ativou igualmente, imediatamente após o sismo, o serviço de cartografia por satélite Copernicus, para apoiar as operações de salvamento no terreno e fornecer avaliações iniciais dos danos. A Presidente Ursula von der Leyen declarou: “Enquanto prosseguem as operações de busca e salvamento, a UE está a apoiar a Colômbia em tudo o que for possível. Estamos a disponibilizar 2 milhões de euros para apoiar as comunidades nas zonas mais afetadas. Após a ativação do Mecanismo de Proteção Civil pela Colômbia, estamos a trabalhar para adequar a ajuda às necessidades no terreno. Esta es la solidaridad europea.A Comissária para a Igualdade, Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib, afirmou: “Neste momento muito difícil, os nossos pensamentos estão com todos os que foram afetados pelo sismo. Desde as primeiras horas, a União Europeia esteve ao lado da Colômbia, apoiando avaliações rápidas das necessidades, para que a assistência humanitária urgente e as equipas de primeira intervenção chegassem às comunidades mais afetadas. Hoje, reforçamos este apoio com mais 2 milhões de euros de ajuda de emergência, destinados a garantir assistência que salva vidas às comunidades que dela mais necessitam. A Colômbia pode contar com o apoio contínuo da UE, que permanece pronta para prestar assistência adicional.”
Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

Comissão publica estudo preliminar sobre o impacto económico da redução dos níveis de resíduos dos pesticidas mais perigosos em produtos agrícolas importados

A Comissão Europeia publicou hoje um estudo que apresenta uma avaliação preliminar dos impactos no mercado decorrentes da redução de todos os níveis de resíduos dos pesticidas mais perigosos nos géneros alimentícios e alimentos para animais importados.

O estudo preliminar centra-se nas substâncias ativas, nos produtos de base e nos países que poderão ser afetados. Avalia os efeitos no mercado em três cenários hipotéticos distintos, que refletem diferentes graus de adaptação por parte dos produtores. 

Embora os efeitos sigam a mesma tendência em todos os cenários, a sua magnitude varia: desde impactos limitados no mercado, caso os produtores de países terceiros se adaptem aos requisitos da UE, até à redução das importações e a impactos na produção da UE e nos preços para os consumidores, caso não o façam.

Poderão ser necessárias análises adicionais, nomeadamente sobre as dimensões ambiental e social.

Este estudo constitui um primeiro passo na análise do princípio anunciado na Visão para a Agricultura e o Setor Alimentar da Comissão, segundo o qual os pesticidas mais perigosos, proibidos na UE por razões de saúde e ambientais, não devem regressar à UE através de produtos importados. O estudo fornece uma base analítica para eventuais medidas adequadas e proporcionadas destinadas a avançar para uma maior reciprocidade das normas, sem prejuízo das próximas medidas que poderão ser tomadas pela Comissão. Contribuirá igualmente para uma avaliação de impacto.

Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

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Novas regras da UE sobre embalagens começam a ser aplicadas para proteger ainda mais os consumidores

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Novas regras da UE sobre embalagens começam a ser aplicadas para proteger ainda mais os consumidores
Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal
A partir de 12 de agosto, começarão a ser aplicadas em toda a União Europeia novas regras ao abrigo do Regulamento relativo a Embalagens e Resíduos de Embalagens (PPWR). Passarão a existir limites rigorosos para as substâncias perfluoroalquiladas e polifluoroalquiladas (PFAS, conhecidas como “substâncias químicas eternas”) nas embalagens que entram em contacto com alimentos, reforçando a proteção dos consumidores e do ambiente. As definições, por exemplo, relativas aos fabricantes e produtores abrangidos pelo regime de responsabilidade alargada do produtor para as embalagens passarão a ser harmonizadas em toda a UE. Determinadas marcações e informações serão agora também exigidas para as embalagens, assegurando que os fabricantes ou importadores de embalagens possam ser identificados e contactados conforme necessário.As restantes regras previstas no PPWR começarão a ser aplicadas gradualmente. A maioria das obrigações tornar-se-á aplicável a partir de 2030, incluindo regras sobre reciclabilidade, metas de reutilização ou formatos muito pequenos de embalagens de plástico de utilização única usados em hotéis e restaurantes.A Comissão Europeia continuará a trabalhar em estreita colaboração com as partes interessadas e os Estados-Membros para apoiar uma aplicação eficiente e prática no terreno. Para facilitar a aplicação uniforme das novas regras relativas às embalagens em toda a UE e simplificar o seu cumprimento, a Comissão publicou orientações sobre a aplicação do PPWR, bem como uma versão atualizada das Perguntas Frequentes.Em média, cada cidadão europeu deita fora meio quilo de embalagens por dia — desde copos de café para levar e cápsulas de bebidas a película aderente, folha de alumínio e embalagens de compras online. O Regulamento ajudará a enfrentar ainda mais os desafios ambientais causados pelas embalagens e tornará a Europa menos dependente de combustíveis fósseis importados, a partir dos quais são produzidas quase todas as embalagens de plástico. Reforçará o Mercado Único das embalagens e facilitará a atividade transfronteiriça das empresas através de regras comuns.A Comissária para o Ambiente, Resiliência Hídrica e Economia Circular Competitiva, Jessika Roswall, declarou: “O novo Regulamento relativo às Embalagens e aos Resíduos de Embalagens é um investimento no futuro da Europa: contribuirá para reduzir os resíduos, aumentar a reciclagem, e tornar mais seguras para os consumidores as embalagens destinadas a entrar em contacto com alimentos, limitando substâncias nocivas como as PFAS, e reduzir a dependência de matérias-primas virgens. Estes são passos essenciais para uma economia verdadeiramente circular. Ao mesmo tempo, o Regulamento substituirá regras nacionais fragmentadas, difíceis de gerir para os operadores económicos no mercado interno. No entanto, as novas regras implicam também custos de adaptação, pelo que trabalhámos intensamente com os operadores do mercado para as aplicar de forma pragmática e sem burocracia excessiva.”.
Pode consultar mais informação nesta página.

Comissão Europeia desembolsa 2,32 mil milhões de euros a Portugal ao abrigo do NextGenerationEU

A Comissão Europeia desembolsou hoje 2,32 mil milhões de euros (líquidos de pré-financiamento) a Portugal, no âmbito do nono pagamento ao abrigo do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR). O MRR, instrumento central do NextGenerationEU, é o programa da Comissão criado após a pandemia de Covid-19 para apoiar a recuperação, o crescimento económico e a competitividade dos Estados-Membros.

As reformas e os investimentos associados a este pedido de pagamento constituem um passo importante para uma maior digitalização da administração pública e dos serviços públicos, para o acesso ao financiamento e para melhorias em domínios essenciais, nomeadamente a educação, a gestão de resíduos, a economia circular, a simplificação da atividade empresarial e a gestão florestal.

Incluem medidas para modernizar o ensino e a formação profissionais, apoiar a competitividade e eliminar entraves ao licenciamento ambiental, reduzindo os encargos administrativos e facilitando investimentos mais eficientes. Incluem também investimentos no reforço da prevenção de riscos e da utilização sustentável do território, bem como na expansão da capacidade de gestão de resíduos.

O desembolso de hoje surge na sequência do nono pedido de pagamento de Portugal, apresentado em 18 de maio de 2026 e aprovado pela Comissão em 2 de julho, após parecer favorável do Comité Económico e Financeiro do Conselho. Com este nono pagamento, Portugal recebeu, no total, 17,23 mil milhões de euros, incluindo 2,33 mil milhões de euros de pré-financiamento. Este montante corresponde a 78,67 % da dotação total de 21,905 mil milhões de euros atribuída ao país, tendo sido já cumpridos 74,54 % de todos os marcos e metas previstos no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) de Portugal.

Tal como para todos os Estados-Membros, os pagamentos a Portugal ao abrigo do MRR baseiam-se no desempenho e dependem da execução bem-sucedida dos compromissos assumidos no respetivo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Tendo em vista o encerramento do Mecanismo no final de 2026, os Estados-Membros devem executar todos os marcos e metas pendentes até agosto de 2026 e apresentar os seus últimos pedidos de pagamento até ao final de setembro de 2026.

Está disponível nesta página um mapa interativo com exemplos de reforças e investimentos apoiados pelo MRR. Estão igualmente disponíveis mais informações sobre o processo de pedidos de pagamento ao abrigo do MRR.

Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal

UE recebe 1,4 mil milhões de euros de receitas provenientes de ativos russos imobilizados para apoiar a Ucrânia

UE recebe 1,4 mil milhões de euros de receitas provenientes de ativos russos imobilizados para apoiar a Ucrânia
Fonte: Representação da Comissão Europeia em Portugal
No dia 3 de agosto, a União Europeia recebeu 1,4 mil milhões de euros em lucros excecionais gerados pelos juros sobre os saldos de caixa provenientes de ativos imobilizados do Banco Central da Rússia (BCR) detidos pelas Centrais de Valores Mobiliários (CDT). A receção deste montante assinala a quinta transferência deste tipo, na sequência de uma quarta parcela entregue em março de 2026. O valor abrange as receitas acumuladas durante o primeiro semestre de 2026. Desde a sua imobilização, os ativos russos geraram um total de 8 mil milhões de euros em lucros excecionais.A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou: «A Rússia tem de pagar pela destruição que causou. E estamos a utilizar as receitas provenientes dos ativos russos imobilizados para garantir que assim seja. Estamos a disponibilizar mais 1,4 mil milhões de euros à Ucrânia. Este apoio contribuirá para que a Ucrânia continue a resistir à guerra ilegal da Rússia.»Estes fundos provêm de ativos do Banco Central da Rússia (BCR) imobilizados no âmbito das sanções da UE impostas em resposta à guerra de agressão da Rússia à Ucrânia. Embora os próprios ativos permaneçam imobilizados, os juros sobre os saldos de caixa não pertencem à Rússia. Sob uma proposta da Comissão e da Alta Representante, o Conselho decidiu que esses lucros líquidos deveriam ser utilizados para apoiar a Ucrânia. Esta medida faz parte do compromisso contínuo da UE de apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário.95% das receitas serão utilizadas para apoiar a Ucrânia através do Mecanismo de Cooperação para Empréstimos à Ucrânia (ULCM) e 5% através do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz (MEAP). A ULCM presta apoio não reembolsável para ajudar a Ucrânia a reembolsar o empréstimo de assistência macrofinanceira da UE desembolsado ao longo de 2025, bem como os empréstimos concedidos por mutuantes bilaterais do G7 no âmbito da iniciativa do G7 «Empréstimos de Aceleração das Receitas Extraordinárias (ERA)». O apoio total ao abrigo dos empréstimos do Empréstimos de Aceleração das Receitas Extraordinárias (ERA) ascende a 45 mil milhões de euros. Por outro lado, o Mecanismo Europeu de Apoio à Paz (MEAP) ajuda a Ucrânia a dar resposta às suas necessidades militares e de defesa prementes.ContextoEm resposta à invasão brutal e injustificada na Ucrânia pela Rússia, a União Europeia e os seus Estados-Membros adotaram diferentes pacotes de medidas restritivas (sanções) contra a Rússia.No âmbito destas sanções, os ativos do Banco Central da Rússia (BCR) detidos na UE foram imobilizados. A proibição de transações que envolvam os ativos e reservas do Banco Central da Rússia (BCR) e das suas entidades afiliadas resultou na acumulação de numerário e depósitos nos balanços das Centrais de Valores Mobiliários (CDT) decorrentes do vencimento de instrumentos financeiros, gerando receitas extraordinárias.Na sequência de propostas da Comissão e da Alta Representante, o Conselho decidiu, em fevereiro de 2024, centrais de valores mobiliários que detenham mais de 1 milhão de euros em ativos e reservas imobilizados do Banco Central da Rússia, em resultado das sanções da UE, devem reservar os saldos de caixa extraordinários acumulados em consequência dessas sanções e não podem alienar das receitas líquidas geradas por esses ativos.Com base em novas propostas apresentadas pela Comissão e pela Alta Representante em março, o Conselho adotou, em 21 de maio de 2024, um conjunto de atos jurídicos que permitem a utilização destes lucros líquidos em benefício da Ucrânia.Em dezembro de 2025, o Conselho decidiu proibir de forma duradoura a transferência para a Rússia dos ativos imobilizados do Banco Central da Rússia, com base no Regulamento 2025/2600, adotado ao abrigo do artigo 122.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia.Mais informações no comunicado de imprensa disponível nesta página.